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segunda-feira, 6 de maio de 2013

Deu na coluna de Cláudio Humberto

Conhecida pela produção de “carroças”, a indústria automobilística foi beneficiada por quinze medidas, a maioria de redução tributária, desde o final do governo Lula, a pretexto de preservar seus 100 mil empregos. Enquanto ajudava amigos, o governo federal punia setores eficientes, como de bebidas frias (refrigerantes, água, cerveja), prejudicando-os com o maior reajuste tributário da sua história, apesar de empregar três milhões de pessoas e gerar mais de R$ 35 bilhões em impostos.

Ineficiente, a indústria automobilística acabou dependente de incentivos que se revelaram inúteis: pátios cheios, prejuízos, operários demitidos.

O setor de bebidas frias, que soma 3% do PIB, investiu R$ 21 bilhões de 2010 para cá, amarga queda de vendas desde o final de 2012.

Os aumentos de impostos aplicados desde 2011 equivalem ao praticado ao longo dos últimos treze anos.

A indústria automobilística tem sido tradicionalmente um dos setores que mais financiam campanhas eleitorais de políticos do PT.

Do Blog: Vale salientar que essa farrra de isenção de IPI recai nas costas dos municípios com a redução do FPM.

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