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terça-feira, 22 de março de 2011

Da coluna de César Santos (De Fato)

Coincidência
Na reportagem do Fantástico sobre o bandido Fernandinho Beira-Mar, um detalhe chamou a atenção: uma semana antes de Beira-Mar ser transferido para Mossoró, o presídio federal recebeu o novo diretor, Arcelino Damasceno, que dirigia unidade prisional de Catanduva (PR), onde o bandido estava preso. Era de lá, Catanduva, que Beira-Mar enviava os bilhetes para seus liderados nas favelas do Rio de Janeiro.

Poderio
A reportagem assinada pelo jornalista Vladimir Netto mostrou como Beira-Mar consegue administrar o comércio de drogas e armas de dentro da chamada “segurança máxima”. Só em 2010, calcula-se, o bandido teria movimentado mais de R$ 60 milhões. Um flagrante da incapacidade do Estado para conter a escalada do crime organizado.

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