A categoria decidiu ontem continuar com a greve, mesmo depois de mais de um mês de paralisação.
A proposta apresentada pela governadora Wilma de Faria, onde ofereceu promoções horizontais e verticais a todos os professores e mais um reajuste real da ordem de 5%, não foi suficiente para categoria.
O governo diz que já se esgotaram as negociações, o sindicato ainda não está satisfeito, alega que nem todos os professores serão contemplados e que a proposta de mudança de níveis também não era completa.
Enquanto isso aproximadamente 330 mil alunos são prejudicados. Sem medo de errar, duvido que essas aulas sejam repostas na sua totalidade.
De um lado o governo, do outro o sindicato dos professores e, no meio disso tudo, aquele que vai pagar pelo impasse: o aluno.
Por isso não se sabe até quando isso vai terminar.
A proposta apresentada pela governadora Wilma de Faria, onde ofereceu promoções horizontais e verticais a todos os professores e mais um reajuste real da ordem de 5%, não foi suficiente para categoria.
O governo diz que já se esgotaram as negociações, o sindicato ainda não está satisfeito, alega que nem todos os professores serão contemplados e que a proposta de mudança de níveis também não era completa.
Enquanto isso aproximadamente 330 mil alunos são prejudicados. Sem medo de errar, duvido que essas aulas sejam repostas na sua totalidade.
De um lado o governo, do outro o sindicato dos professores e, no meio disso tudo, aquele que vai pagar pelo impasse: o aluno.
Por isso não se sabe até quando isso vai terminar.
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