Sábado (21) assistia a uma matéria no Jornal Nacional, onde este “fazedor de graça” dizia que a Petrobrás não tinha data prevista para baixar os preços dos combustíveis – talvez no segundo semestre - mesmo com a queda brusca do barril de petróleo no mercado internacional. Dizia o energúmeno que a Petrobrás não havia repassado os preços ao consumidor quando houve alta no preço do barril.
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Perguntado sobre uma das mais caras gasolinas do mundo disse que o motivo era a mistura com álcool. Vale salientar que a mistura leva junto, de brinde, um narizinho de palhaço.
Perguntado sobre uma das mais caras gasolinas do mundo disse que o motivo era a mistura com álcool. Vale salientar que a mistura leva junto, de brinde, um narizinho de palhaço.
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A ministra Dilma Rousseff, foi entrevistada e disse que era preciso ter cautela ao mexer nos preços porque era um mercado extremamente complicado.
A ministra Dilma Rousseff, foi entrevistada e disse que era preciso ter cautela ao mexer nos preços porque era um mercado extremamente complicado.
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A matéria compara ainda preços da gasolina nos EUA, onde o litro do produto custa o equivalente a R$ 1,14 real. Lembrando que o preço caiu com a baixa do petróleo e a recessão, mas pode variar de posto para posto. O ano passado chegou a R$ 2,50.
A matéria compara ainda preços da gasolina nos EUA, onde o litro do produto custa o equivalente a R$ 1,14 real. Lembrando que o preço caiu com a baixa do petróleo e a recessão, mas pode variar de posto para posto. O ano passado chegou a R$ 2,50.
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Na Argentina - preços liberados - o litro custa o equivalente a R$ 1,70 real.
Na Argentina - preços liberados - o litro custa o equivalente a R$ 1,70 real.
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