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terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Muitas novidades neste início de ano na política alexandriense


“Como não poderia deixar de ser, sempre acontece uma trairagem na eleição do presidente da Câmara de Vereadores de Alexandria”. Foi o que disse um vereador da oposição, inconformado, segundo ele, com o vereador Diassis que teria se vendido para eleger o candidato da situação Raimundinho.

Mas, essa história fica pra depois. Ao meio dia, do último dia de 2012, o então prefeito Alberto Patrício enviou uma gravação de um pronunciamento seu sobre a situação em que deixava o governo.

Depois que a população tomou conhecimento que Alberto não pagaria os salários em atraso e o 13º de algumas categorias, inclusive dos professores, a sua popularidade despencou de vez. Houve até a preocupação de mandarem anunciar na rádio que seria uma gravação, o prefeito não estaria ao vivo.

Alberto falou de verdades e meias verdades. As dívidas deixadas pelo seu antecessor, que por sinal tomaria posse nos primeiros minutos de 2013, é uma realidade nua e crua que Alexandria amargou. Eram mais de R$ 60 mil com débito em conta descontados todos os meses de precatórios do TRT, do INSS da Cosern e outros. Nei Rossatto jogou essas contas pra frente sem pensar no futuro administrativo de Alexandria.

Alberto falou de suas obras. Mais de R$ 11 milhões, “até a sua gestão ninguém conseguiu nem a metade disso.” Verdade absoluta. O que Alberto não disse, é que a sua administração seguiu como um barco a deriva. Sem comandante nos momentos de mais turbulência. A prova disso é o ex-prefeito, no final de sua administração, culpa o pagamento das dívidas e a queda do coeficiente de 1.0 para 0.8 como cruciais para não cumprir com o pagamento dos salários dos servidores. Todos lembram que no final d e 2011 ele demitiu todos os comissionados, exigiu que aqueles que retornassem não recebessem salários por três meses, para entregar o governo sem dever a ninguém. Então, se terminou dessa maneira trágica, como o foi, é porque não soube planejar.

Quanto à queda do coeficiente, onde disse que Alexandria deixa de arrecadar R$ 130 mil ao mês; a culpa hoje é delegada a Alberto. Por falta de aviso não foi. Muitos o aconselharam a incentivar os recenseadores e contratar pessoas de confiança para acompanharem o trabalho. Ele recusou os conselhos para não gastar. O resultado foi que o município precisou de apenas 118 cadastros para permanecer com o seu coeficiente de 1.0. Não que fosse burlar o recadastramento, mas todos os prefeitos sensatos fazem isso. Somente em Natal, os votantes de Alexandria, completariam essa lacuna. O resultado está aí. Daqui para 2020, quando será feito o novo censo, Alexandria vai perder cerca de 26 milhões. Mais do que o dobro dos recursos adquiridos nos seus 08 anos de governo.

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