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sexta-feira, 23 de março de 2012

Da coluna de Cláudio Humberto


A atitude de Dilma é de quem não disputará a reeleição. Suas broncas que impressionam pela ferocidade, além de ministros, atingem aliados e “eleitores” importantes. Em recente visita ao Rio, ela embarcou com o governador e o prefeito num passeio que se tornaria desagradável, no teleférico de uma favela. Fechada a porta, ela se dirigiu a Sérgio Cabral tão asperamente que Eduardo Paes, sem saber o que fazer, colou o rosto na janela oposta, insinuando não testemunhar a cena degradante.

Ao contrário de Cabral, que não respondeu, o governador do Ceará, Cid Gomes (PSB), interrompeu a bronca áspera que ouvia de Dilma.

Olho no olho, Cid Gomes exigiu respeito, deu as costas e saiu da reunião. Surpresa, Dilma não reagiu, ficou pálida. Quase catatônica.

Eduardo Campos (PSB), governador de Pernambuco, correu atrás de Cid e pediu que voltasse à reunião. Ou ele também não retornaria.

Mais tarde, no almoço, Dilma afagou a cabeça de Cid Gomes, sentado, e perguntou: “Ainda está zangado?” Era Dilminha paz e amor de volta.

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