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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Sobre o post “Uma coisa é certa”, (nota postada dia 7 de fevereiro)

Talvez eu não tenha sido claro e o direcionamento final não tenha atingido o objetivo desejado por este blogueiro. O fato é que em momento nenhum eu discordei do trabalho de investigação da Polícia Civil, através do Delegado Dr. Célio e do MP por parte do promotor Dr. Sidartha John.

Os procedimentos são normais e legais.

O meu relato foi em cima das cobranças, até na imprensa, com tons de deboche sobre as apurações para que se descubra, através de ouvidos os candidatos envolvidos o, ou os culpados pela fraude no processo.

Seria excelente que a fraude fosse descoberta e os responsáveis punidos. Quem foram? O prefeito Alberto Patrício? A Mul-sai? Algum candidato interessado que comprou ou pagou para o seu gabarito ser alterado?

As cobranças para que a Polícia ou o MP aponte um culpado de imediato é “conversa besta pra boi dormir”, como disse. O culpado, ou os culpados pela fraude, poderiam ter sido descobertos com os documentos apreendidos na empresa realizadora do concurso. Como não houve indícios, dificilmente se chegará a eles através de interrogatório com os candidatos que tiveram seus gabaritos sobre investigação, mesmo que a medida tenha que ser feita pelo delegado e o promotor.

A verdade é que tem muita gente que espera que se aponte um único culpado, e ele tem nome e endereço. Mas as coisas não são assim, a justiça não pode apontar um culpado por evidências. Repito: nos documentos apreendidos na Mult-Sai poderia se encontrar as provas para apontar um ou mais culpados. Não tinha... se as tivesse o MP já teria agido.

Repito: Querer, por fim da força, que o delegado ou o promotor apontem um culpado somente por evidência é “conversa besta pra boi dormir”.

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