Neste último final de semana várias movimentações pelo Brasil em defesa da mulher na cobrança de igualdade com os homens.
Justíssimo!
Também no tocante ao trabalho. A mulher ainda é discriminada, mesmo mostrando capacidade e, na maioria das vezes, superior ao homem. Isso pela dedicação, zelo e requinte feminino.
E olha que não é fácil ser mãe, boa funcionária, administradora ou assumir um papel social em cargos públicos de alto escalão. Além de muita responsabilidade é uma sobrecarga, que mesmo assim, não interfere na sensualidade feminina.
Debateu-se muito, também, os atos corriqueiros de agressões físicas por seus companheiros, diante da fragilidade física da mulher. Isso não faltou em todas as palestras em que eu presenciei e nas notícias pelo Brasil afora.
Justíssimo!
Mas, acho que faltou algo muito importante. Toda revolta feminina voltou-se para a violência em si e não houve nenhuma cobrança aos órgãos competentes responsáveis de coibir tais atitudes infames.
Alei Maria da Penha já é um grande avanço, mas ela ainda é tímida sem a sua complementação, ou seja, delegacias especializadas das mulheres em todos os municípios. Os governos que sempre saem em defesa da mulher deixam a desejar nesse sentido. Acho que se perdeu uma boa oportunidade de cobrar mais empenho dos governantes.
Uma Delegacia da Mulher em cada cidade, com policiais e investigadoras totalmente treinadas, iria coibir ainda mais, punir os infratores e corrigir algumas injustiças. Porque convenhamos, existem também mulheres que com um simples gesto pode jogar na lama, e para sempre, o nome de um homem honrado e de caráter.
Acho que a Delegacia da Mulher em cada cidade complementaria a aplicação da Lei Maria da Penha e serviria não só para defesa da mulher, como dos homens também.
Justíssimo!
Também no tocante ao trabalho. A mulher ainda é discriminada, mesmo mostrando capacidade e, na maioria das vezes, superior ao homem. Isso pela dedicação, zelo e requinte feminino.
E olha que não é fácil ser mãe, boa funcionária, administradora ou assumir um papel social em cargos públicos de alto escalão. Além de muita responsabilidade é uma sobrecarga, que mesmo assim, não interfere na sensualidade feminina.
Debateu-se muito, também, os atos corriqueiros de agressões físicas por seus companheiros, diante da fragilidade física da mulher. Isso não faltou em todas as palestras em que eu presenciei e nas notícias pelo Brasil afora.
Justíssimo!
Mas, acho que faltou algo muito importante. Toda revolta feminina voltou-se para a violência em si e não houve nenhuma cobrança aos órgãos competentes responsáveis de coibir tais atitudes infames.
Alei Maria da Penha já é um grande avanço, mas ela ainda é tímida sem a sua complementação, ou seja, delegacias especializadas das mulheres em todos os municípios. Os governos que sempre saem em defesa da mulher deixam a desejar nesse sentido. Acho que se perdeu uma boa oportunidade de cobrar mais empenho dos governantes.
Uma Delegacia da Mulher em cada cidade, com policiais e investigadoras totalmente treinadas, iria coibir ainda mais, punir os infratores e corrigir algumas injustiças. Porque convenhamos, existem também mulheres que com um simples gesto pode jogar na lama, e para sempre, o nome de um homem honrado e de caráter.
Acho que a Delegacia da Mulher em cada cidade complementaria a aplicação da Lei Maria da Penha e serviria não só para defesa da mulher, como dos homens também.
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