O Rio Grande do Norte tem o presidente do Congresso Nacional, o líder da maior bancada na Câmara dos Deputados e o líder da oposição. Garibaldi Filho, Henrique Alves e José Agripino aparecem em lugar de destaque na seleta lista dos 100 “cabeças” mais influentes em Brasília. Ótimo. Para eles. Para o nosso Estado, nada. Os nossos “He-mans”, até aqui, não transformaram suas forças em benefício para o povo potiguar. Muito pelo contrário.
O Rio Grande do Norte continua sendo tratado sem importância, como estado de terceira classe, se contentando com migalhas de programas pontuais, sem favorecer ao processo de desenvolvimento. E o pior é que os nossos “He-mans”, notadamente os que experimentam o cafezinho do presidente Lula do PT, colaboram com o companheiro para enganar a boa vontade dos norte-riograndenses.
Veja o anúncio que partiu do Palácio do Planalto, antecipando a visita de Lula a Natal, de que o presidente vem confirmar a tão sonhada refinaria de petróleo. Como efeito para jogar combustível na campanha da companheira Fátima Bezerra, em dificuldade na disputa pela Prefeitura da capital. A verdade é que não teremos uma refinaria.
O que Lula vem anunciar é a construção da planta de gasolina automotiva no Pólo Industrial de Guamaré, onde já existe a produção de diesel, querosene de aviação, gás natural, gás de cozinha e biodiesel. Somando toda essa estrutura e mais a planta de gasolina automotiva, o pólo só vai refinar 80 mil barris/dia, um terço do que seria uma refinaria de verdade, que o presidente Lula negou ao RN para implantar na sua terra natal, Pernambuco, e nos estados do Maranhão e Ceará. O mais grave é que, além de aceitarem, passivamente, esse castigo, os nossos “He-mans” colaboram com o jogo faz-de-conta.
A governadora Wilma de Faria, que é parte do acórdão de Natal, noticia, através de sua assessoria de comunicação, que na próxima terça-feira, 9, estará na sede da Petrobras, no Rio de Janeiro, para tratar da “construção da refinaria no Rio Grande do Norte”. Justo, correto, honesto, seria falar a verdade: que o RN estaria recebendo a planta de gasolina automotiva. Mas, aí, seria pedir demais, principalmente em período eleitoral, onde a palavra flácida é ordem. E assim caminha o pobre rico “elefante”, carregando no lombo os nossos pesados “He-mans”, que parecem sem força. Talvez o personagem do filme animado passe muito mais segurança com o seu grito: “Eu tenho a força”.
O Rio Grande do Norte continua sendo tratado sem importância, como estado de terceira classe, se contentando com migalhas de programas pontuais, sem favorecer ao processo de desenvolvimento. E o pior é que os nossos “He-mans”, notadamente os que experimentam o cafezinho do presidente Lula do PT, colaboram com o companheiro para enganar a boa vontade dos norte-riograndenses.
Veja o anúncio que partiu do Palácio do Planalto, antecipando a visita de Lula a Natal, de que o presidente vem confirmar a tão sonhada refinaria de petróleo. Como efeito para jogar combustível na campanha da companheira Fátima Bezerra, em dificuldade na disputa pela Prefeitura da capital. A verdade é que não teremos uma refinaria.
O que Lula vem anunciar é a construção da planta de gasolina automotiva no Pólo Industrial de Guamaré, onde já existe a produção de diesel, querosene de aviação, gás natural, gás de cozinha e biodiesel. Somando toda essa estrutura e mais a planta de gasolina automotiva, o pólo só vai refinar 80 mil barris/dia, um terço do que seria uma refinaria de verdade, que o presidente Lula negou ao RN para implantar na sua terra natal, Pernambuco, e nos estados do Maranhão e Ceará. O mais grave é que, além de aceitarem, passivamente, esse castigo, os nossos “He-mans” colaboram com o jogo faz-de-conta.
A governadora Wilma de Faria, que é parte do acórdão de Natal, noticia, através de sua assessoria de comunicação, que na próxima terça-feira, 9, estará na sede da Petrobras, no Rio de Janeiro, para tratar da “construção da refinaria no Rio Grande do Norte”. Justo, correto, honesto, seria falar a verdade: que o RN estaria recebendo a planta de gasolina automotiva. Mas, aí, seria pedir demais, principalmente em período eleitoral, onde a palavra flácida é ordem. E assim caminha o pobre rico “elefante”, carregando no lombo os nossos pesados “He-mans”, que parecem sem força. Talvez o personagem do filme animado passe muito mais segurança com o seu grito: “Eu tenho a força”.
Nenhum comentário:
Postar um comentário