quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Ainda sobre o SAMU

Tudo que é postado aqui é lido e, quando fere os interesses de alguém, vira polêmica. Claro, mesmo aqueles que não querem reconhecer publicamente, sabem a força que este trabalho tem. Não é a toa que ele abrange uma conceituada linha de acessos mensais e é lido por parte da imprensa Potiguar.

Seria inútil da minha parte esperar que alguns soldados do ostracismo entendessem, ou pelo menos discutissem com civilidade, o que eu tento repassar, principalmente em um momento como esse. Não me crucifiquem por torcer fervorosamente que os recursos venham para Alexandria e sejam aplicados – da mesma forma que abnego aqueles que pregam “o quanto pior, melhor”, quem acompanha as sessões da Câmara de Vereadores desde três anos a trás sabe do que eu estou falando, ou até algo que se escreve por aí – como fico feliz em ver Praças construídas, ruas calçadas, redes de esgotos sendo feitas, outras obras sendo concluídas e o melhor, a construção do novo açude Bananeiras (por sinal amanhã trago novidades sobre isso).

Enfocando agora o assunto do SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), as cidades que têm menos de 100 mil habitantes, poderão se unir em torno da cidade-pólo de microrregião, (no caso de Sousa – PB) segundo as especificações da Norma Operacional de Atenção à Saúde (Noas/2002). O governo federal só arca com 50% dos custos. Portanto, infelizmente esse ainda não é um sonho para Alexandria, seria “viajar na maionese”.
Se a proposta, no entanto, é criar uma unidade do SAMU aos moldes do município, seria formidável, nunca seria contra tal benefício, desde que fosse feito com responsabilidade (é bom lembrar que o FPM vai continuar 1.0, e sobre esta história da queda dos recursos nós já vivemos esse pesadelo e bem próximo).

O mais importante (se criada for) que não sirva para o administrador oferecer os serviços em troca de votos, não cobrar e impor de casa em casa em época de eleição as consultas, cirurgias, curativos ou remédios, em troca do voto. Isso é comum alguns falsos apologistas do progresso que ainda escondem o gado marcado em currais eleitorais.

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