“Eu fiquei constrangido com a forma. Por quê? Por exemplo, lá se diz o seguinte: não sei quantas, 100 garrafas de champanhe, eleições, dia 28 de dezembro. Ora, é mentira. No dia 28 de dezembro não tinha eleição. Provavelmente sabe o que ocorreu, não foi gasto meu, foi gasto protocolar. Houve uma recepção, da posse. É champanhe nacional. Isso aparenta para um publico maior, que não sabe do que se trata, 'tá tomando champanhe'. Ou então, a Ruth [Cardoso, primeira-dama] gastou R$ 100 para comprar um não sei o quê numa visita à Colômbia. Não foi ela. Se alguém gastou, foi o cerimonial, que retribuiu um presente, coisa normal. Não é coisa pessoal. A maneira como aparece é que está errada. Então veja tudo direitinho como é para não dar essa falsa sensação de que você está usando mal os recursos públicos, quando não está. Não vamos fazer um cavalo de batalha. Eu acho que se eu fosse o presidente Lula, eu diria o que eu disse: 'olha venham ver o que eu fiz com o dinheiro, como é que foi gasto esse dinheiro'. Não tem problema nenhum. Abre, mostra, é melhor”.
(Fonte: Agência Brasil)
(Fonte: Agência Brasil)
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