No tempo destinado aos vereadores, a vereadora Alzira Carlos voltou a criticar o aumento da água, dizendo que soube que algumas pessoas já receberam o recibo com aumento de R$ 50, R$ 60 reais, “o céu é o limite” – disse. Criticou a Administração Pública afirmando que muitas verbas que estavam em caixa não estavam sendo usadas, porque estavam todas reservadas para o próximo ano, enfatizando que eram obras eleitoreiras. Criticou ainda a falta de uma festa para as crianças, a recuperação das estradas e completou enfatizando que os tratores estavam fazendo açudes em outros municípios. O foco das críticas dirigiu-se para Secretaria de Saúde sobre a falta, segundo ela, da receita azul.
Em seguida o vereador Carlinho Sarmento falou sobre a Telefonia Celular, dizendo que há vários anos vem batalhando para a implantação dos serviços em nosso município. Relatou que foi uma “pena” que a empresa OI tenha respondido ao ofício encaminhado a Câmara dizendo que não havia recurso para implantação, este ano, de uma torre de celular no município. Criticou o atraso no início da melhoria do estádio O Fernandão, informando que a verba já estava liberada. Se dirigiu aos moradores da zona rural para criticar sobre a falta d’água. Disse que os agricultores estavam sem assistência dos governos, federal, estadual e, principalmente, municipal.
O vereador Chiquinho Pires, diante das palavras de Alzira e Carlinho, disse que muitas obras não haviam sido iniciadas porque estavam em fase de licitação. Sobre os equipamentos adquiridos para agricultura, ele disse que falta a liberação da Caixa Econômica e que o prefeito fez muito bem em mostrar a população o que adquiriu. Sobre o CEO (Centro Especializado em Odontologia), disse que o município recebeu apenas R$ 50 mil para fazer a obra e a contrapartida do município foi muito alta. Enfatizou que alguns municípios como Pau dos Ferros e Apodi não quiseram o benefício porque eram poucos os recursos do Governo Federal. Sobre as críticas as obras para serem iniciadas e inauguradas no próximo ano, Chiquinho pediu que os vereadores que dão sustentação ao Governo do Estado, para que fossem cobrar da governadora para que ela inaugurasse também obras para o próximo ano, como os dois ginásios de esportes e a Casa de Cultura inacabados, principalmente para pagar as empresas e fornecedores que haviam levado um calote. Sobre a falta d’água na zona rural, Chiquinho disse que tinha conhecimento do problema, mas que o prefeito estava fazendo de tudo para resolve-lo, como também os vereadores poderiam procurar o Governo do Estado para perfurar poços.
Alzira voltou a falar para rebater o vereador Chiquinho Pires, dizendo que querem transformar a Câmara Municipal em uma Assembléia Legislativa. Continuou dizendo que estava debatendo os problemas do município e não do estado, porque não era deputada. “Estão falando dos ginásios de esportes que a governadora não concluiu; e o Posto de Saúde do Casteliano e Riacho do Meio, o Matadouro? Também não estão funcionando! Estão querendo subestimar a inteligência do povo” – disse.
O presidente da Casa, vereador Raimundinho pediu para que o Secretário de Saúde do Município, Ney Robson, providenciasse para que os medicamentos que estavam sendo despachados em Pau dos Ferros pudessem ser entregues na Secretaria Municipal de Saúde, para que muitas pessoas evitassem se deslocar do município. Sobre a falta d’água na zona rural, disse ser sabedor do problema, como também reconhecia o esforço do prefeito Alberto Patrício em sanar o problema, pois havia visto pipas se deslocando com água para zona rural até a noite.
Carlinho Sarmento voltou a usar da palavra para dizer que estava fazendo a sua parte, quando cobrou um fiscal do município para saber qual a prioridade do povo. Disse que cobrou também, e na Vila de Dedé Cândido, Jatobá e Várzea, já receberam a visita do geólogo e está esperando a perfuração de poços que devem ser feitas em 15 dias. Falou que o dever do vereador é cobrar e fiscalizar e a do prefeito, que está com uma caneta cheia de tinta, é de autorizar.
Chiquinho Pires voltou a falar para parabenizar Carlinho Sarmento pela aquisição de poços e disse que era a prova de que quando o vereador queria conseguia, sem precisar ser deputado. “A nossa voz chega ao país, é só querer trabalhar” – disse. Voltou a criticar veementemente o governo do estado pela falta de compromisso com Alexandria, que nada que ela (Wilma) havia prometido em palanque havia cumprido, finalizou perguntando se esse não era o “governo de todos”.
Quando usava da palavra à vereadora Alzira Carlos rebatia e depois que o vereador Chiquinho encerrou a sua fala, sendo providencial a interferência do presidente Raimundinho para pedir calma a vereadora.
Em seguida o vereador Carlinho Sarmento falou sobre a Telefonia Celular, dizendo que há vários anos vem batalhando para a implantação dos serviços em nosso município. Relatou que foi uma “pena” que a empresa OI tenha respondido ao ofício encaminhado a Câmara dizendo que não havia recurso para implantação, este ano, de uma torre de celular no município. Criticou o atraso no início da melhoria do estádio O Fernandão, informando que a verba já estava liberada. Se dirigiu aos moradores da zona rural para criticar sobre a falta d’água. Disse que os agricultores estavam sem assistência dos governos, federal, estadual e, principalmente, municipal.
O vereador Chiquinho Pires, diante das palavras de Alzira e Carlinho, disse que muitas obras não haviam sido iniciadas porque estavam em fase de licitação. Sobre os equipamentos adquiridos para agricultura, ele disse que falta a liberação da Caixa Econômica e que o prefeito fez muito bem em mostrar a população o que adquiriu. Sobre o CEO (Centro Especializado em Odontologia), disse que o município recebeu apenas R$ 50 mil para fazer a obra e a contrapartida do município foi muito alta. Enfatizou que alguns municípios como Pau dos Ferros e Apodi não quiseram o benefício porque eram poucos os recursos do Governo Federal. Sobre as críticas as obras para serem iniciadas e inauguradas no próximo ano, Chiquinho pediu que os vereadores que dão sustentação ao Governo do Estado, para que fossem cobrar da governadora para que ela inaugurasse também obras para o próximo ano, como os dois ginásios de esportes e a Casa de Cultura inacabados, principalmente para pagar as empresas e fornecedores que haviam levado um calote. Sobre a falta d’água na zona rural, Chiquinho disse que tinha conhecimento do problema, mas que o prefeito estava fazendo de tudo para resolve-lo, como também os vereadores poderiam procurar o Governo do Estado para perfurar poços.
Alzira voltou a falar para rebater o vereador Chiquinho Pires, dizendo que querem transformar a Câmara Municipal em uma Assembléia Legislativa. Continuou dizendo que estava debatendo os problemas do município e não do estado, porque não era deputada. “Estão falando dos ginásios de esportes que a governadora não concluiu; e o Posto de Saúde do Casteliano e Riacho do Meio, o Matadouro? Também não estão funcionando! Estão querendo subestimar a inteligência do povo” – disse.
O presidente da Casa, vereador Raimundinho pediu para que o Secretário de Saúde do Município, Ney Robson, providenciasse para que os medicamentos que estavam sendo despachados em Pau dos Ferros pudessem ser entregues na Secretaria Municipal de Saúde, para que muitas pessoas evitassem se deslocar do município. Sobre a falta d’água na zona rural, disse ser sabedor do problema, como também reconhecia o esforço do prefeito Alberto Patrício em sanar o problema, pois havia visto pipas se deslocando com água para zona rural até a noite.
Carlinho Sarmento voltou a usar da palavra para dizer que estava fazendo a sua parte, quando cobrou um fiscal do município para saber qual a prioridade do povo. Disse que cobrou também, e na Vila de Dedé Cândido, Jatobá e Várzea, já receberam a visita do geólogo e está esperando a perfuração de poços que devem ser feitas em 15 dias. Falou que o dever do vereador é cobrar e fiscalizar e a do prefeito, que está com uma caneta cheia de tinta, é de autorizar.
Chiquinho Pires voltou a falar para parabenizar Carlinho Sarmento pela aquisição de poços e disse que era a prova de que quando o vereador queria conseguia, sem precisar ser deputado. “A nossa voz chega ao país, é só querer trabalhar” – disse. Voltou a criticar veementemente o governo do estado pela falta de compromisso com Alexandria, que nada que ela (Wilma) havia prometido em palanque havia cumprido, finalizou perguntando se esse não era o “governo de todos”.
Quando usava da palavra à vereadora Alzira Carlos rebatia e depois que o vereador Chiquinho encerrou a sua fala, sendo providencial a interferência do presidente Raimundinho para pedir calma a vereadora.
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