terça-feira, 7 de agosto de 2007

SÍNTESE

Na sessão de hoje pouco fugiu da discussão do transporte escolar dos estudantes da rede estadual de ensino que está paralisado desde ontem. O vereador Edilberto Oliveira cobrou da presidência da Casa se o ofício pedido por ele para que o ex-diretor do Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Alexandria (SAAE), Gilberto Cipriano, para que comparecesse a Câmara para prestar conta das duas vezes em que administrou a autarquia, havia sido encaminhado.

O presidente Raimundinho confirmou e acrescentou que também foram entregues ofícios ao secretário de educação Washington Barbosa e ao assessor jurídico da prefeitura, Eduardo Lobo.

Quem primeiro tomou a iniciativa de falar sobre o transporte escolar foi à vereadora Alzira Carlos, que antes se dizia coordenadora dos transportes que conduzem os estudantes da zona rural do município para as escolas estaduais situadas na zona urbana e hoje disse ser apenas uma colaboradora para ajudar aos motoristas, o que foi motivo de crítica por parte do vereador Edilberto Oliveira, que alfinetou que se o pagamento tivesse em dia ela seria coordenadora, como estava vergonhosamente atrasado desde o início do ano, ela se denominava agora de “apenas uma colaboradora”.

A vereadora iniciou o seu pronunciamento dizendo que repudiava a atitude do Governo do Estado pelo atraso no pagamento, uma tática que, para quem conhece como foi o rompimento do convênio com a prefeitura, que gerou todo o problema, não deu muito certo. Fato que a vereadora, no início do ano, se apresentou como coordenadora e se pronunciou no plenário dizendo que os problemas de atraso acabariam e o transporte iria melhorar.

Edilberto Oliveira relatou a sua preocupação com a paralisação e disse que deveriam ter pensado no problema antes e não agora, quando os estudantes estavam prejudicados. Gil Fábio relembrou que já havia alertado que a paralisação era inevitável, se o problema não fosse resolvido.

O vereador Carlinho Sarmento saiu em defesa da vereadora Alzira Carlos, enfatizando que era testemunha da sua luta em defesa dos motoristas e trouxe a notícia de que havia conversado com o diretor da Dired de Pau dos Ferros, Tarcísio Rego, e ele se comprometera em pagar os motoristas mediante a presença dos mesmos em Pau dos Ferros para assinarem um recibo fatura, só não sabia de quantos meses seria. Concluiu dizendo que havia participado de uma reunião em Natal com Fátima Morais e foi testemunha quando a mesma falou da intenção em romper o convênio do transporte escolar com a prefeitura de Alexandria.

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