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segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Descobrindo um Santo para cobrir outro

Gostaria de entender a lógica orçamentária defendida pelos nossos homens públicos. Como podemos aceitar o projeto de construção de um trem-bala ao custo inicial de R$40 bi se as ferrovias, passagens de níveis e composições normais estão em péssimo estado de conservação e o transporte do povão trabalhador é precário e perigoso?

Como podemos gastar R$1 bi na reforma de um estádio de futebol, se a favela vizinha a ele não tem saneamento básico, creches, postos de saúde e segurança?

Como podemos aceitar que se gastem milhões para construir um submarino se, nos poucos hospitais públicos do país, não há remédio, aparelhos de raio-x, tomógrafos e até médicos?
Por que se discute a compra de milionários ou bilionários jatos militares, se a população do interior de Norte a Sul não tem estradas, meios de transporte, escolas, postos de saúde e empregos, a taxa de mortalidade infantil é elevada e se morre de malária, mal de Chagas, dengue e subnutrição?

Do Blog: Concordo plenamente a carta do leitor publicada pelo O Globo sobre despesas públicas no Brasil.

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