O ano passado uma pesquisa foi feita entre os brasileiros e a grande maioria acreditava que não seríamos afetados pela crise. Lula havia chamado à crise internacional de “marolinha”.
Depois veio a alta do dólar, a queda das bolsas e as demissões. A coisa já deixava de ser marolinha, daí vieram os pacotes do governo para conter a crise. Em um deles a redução de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) e as mudanças no IR (Imposto de Renda), para evitar as demissões anunciadas pela indústria.
O problema é que o presidente tapou um buraco e abriu outro maior. A redução desses tributos reduziu também drasticamente a arrecadação do FPM, fazendo com que municípios pequenos paguem um preço muito alto e, uma verdadeira tsunami está chegando.
Os municípios pequenos que sobrevivem desses repasses são a grande maioria, só no Estado do RN, dos 167 municípios, 105 dependem exclusivamente do FPM.
Depois veio a alta do dólar, a queda das bolsas e as demissões. A coisa já deixava de ser marolinha, daí vieram os pacotes do governo para conter a crise. Em um deles a redução de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) e as mudanças no IR (Imposto de Renda), para evitar as demissões anunciadas pela indústria.
O problema é que o presidente tapou um buraco e abriu outro maior. A redução desses tributos reduziu também drasticamente a arrecadação do FPM, fazendo com que municípios pequenos paguem um preço muito alto e, uma verdadeira tsunami está chegando.
Os municípios pequenos que sobrevivem desses repasses são a grande maioria, só no Estado do RN, dos 167 municípios, 105 dependem exclusivamente do FPM.
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