Entra governo, sai governo e o consumidor comum sempre está sendo lesado e até roubado, quando paga uma carga tributária altíssima e não tem o retorno nem nos direitos assegurados na constituição, como educação, saúde, segurança e lazer.
Assistimos recentemente no Fantástico a vergonha do combustível adulterado ao limite, onde o consumidor além de ser considerado um otário por enriquecer picaretas, paga um preço alto pelo desgaste no motor do seu automóvel.
E o que o governo tem com isso? A ONG contas abertas faz as contas e comprova que a ANP, responsável por fiscalizar os postos de combustíveis, tem 93% dos recursos autorizados em orçamento bloqueados na reserva de contingência para 2008. Dos R$ 3,4 bilhões previstos para a reguladora, quase R$ 3,2 bilhões não podem ser utilizados, ou seja, não podem servir para pagamento de pessoal, de despesas correntes (luz, água, telefone, etc.) e para investimentos (execução de obras e compra de equipamentos).
E o fato se repete por vários órgãos fiscalizadores em 2008. Mas, evidentemente, combater esse tipo de corrupção não dá votos, porque não aparece, como o Bolsa Família.
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