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sexta-feira, 27 de abril de 2007

ABERTURA DO I FÓRUM SOBRE CÂNCER DE ALEXANDRIA

Com um atraso de mais de duas horas, devido as chuvas, a equipe da Casa de Apoio ao Câncer de Mossoró, chegou para o início do fórum. Na abertura o Secretário Municipal de Saúde, Ney Robson, falou da importância do evento para Alexandria e região, que a partir daí, a saúde do município poderia trabalhar com o melhor remédio para o câncer, à prevenção. Falou que era hora de deixar o passado de lado e passar a viver o presente. Finalizou enfatizando o apoio da Prefeitura Municipal de Alexandria, na pessoa do prefeito Alberto Patrício, na elaboração dos projetos como um todo.

APOIO
O prefeito Alberto Patrício parabenizou o secretário Ney Robson pelo evento e o Grupo de Apoio ao Câncer de Alexandria que se formava com a iniciativa da jovem que luta contra a doença, Isabela Cristine.

ABERTURA
A abertura foi com a palestra da Assistente Social, Liduína Monte, e a Oncologista Pediátrica, Edivis Serafim, da Casa de Apoio ao Câncer de Mossoró, parceira no tratamento de pacientes encaminhados pelo município de Alexandria.

ANÁLISE DA ÁGUA DE ALEXANDRIA
Um dos melhores geólogos do RN, o alexandriense Ronaldo Diniz, Consultor Técnico do IDEMA e professor do CEFET, em primeira mão, apresentou o resultado da água coletado em alguns mananciais da região, principalmente do açude José Cortez Pereira, mais conhecido por açude Pulgas, em Alexandria.
Foram coletadas três amostras, os resultados apresentaram grandes alterações no intervalo de tempo entre elas. A amostra coletada no dia 12 de abril de 2007, mostra que a quantidade de cianobactéria (algas que acima do normal podem causar câncer) coletada na amostra A (captação) do açude Pulgas é de 5.468 (CEL.mL-¹) na área B (represa), foi de 6.834. Níveis considerados de alerta. Para países desenvolvidos esses números já são considerados acima do normal.
A barragem de Pau dos Ferros apresentou um nível alarmante de cianobactérias, 33.835 (CEL.mL-¹).

METAIS PESADOS
São os grandes vilões provocadores do câncer. Ao serem ingeridos, principalmente na água, eles se acumulam no organismo. Em coleta feita no dia 09 e 10 de outubro de 2006, no açude de Lucrecia, os números são considerados alarmantes. O Manganês (Mn) 0.940 (mg/L) na captação e na represa 1,060 (mg/L). Chumbo (Pb), metal ocasionado principalmente por agrotóxicos, 0,770 (mg/L) na captação e 0,700 na represa.
No açude Pulgas em Alexandria, os números apresentados não são alarmantes, mas já preocupam. Na captação 0,050 (mg/L) e na represa também 0,050.


Mas na última coleta, realizada no dia 05 de fevereiro de 2007, esses números caíram e apresentam um quadro novo. No açude de Lucrecia, o Manganês (Mn) deu 0,024 (mg/L) e o Ferro (Pb) 0.

OUTROS PARÂMETROS
No dia 05 de fevereiro de 2007, foi feita análise de coliformes fecais na água dos açudes de Alexandria, Lucrécia, Pau dos Ferros, Pilões e Tenente Ananias. O pH deu em média 7,60 (mg/L), o que significa dizer que a água desses mananciais estavam imprópria até para banho.


GRUPO DE APOIO AO CÂNCER
A jovem Isabele Cristine, portadora de câncer, criou o Grupo Alexandriense de Apoio ao Portador de Câncer. Isabele, falou da sua experiência e explicou que a finalidade do grupo, além de apoio psicológico aos portadores da doença, também ia trabalhar para angariar recursos para doações.

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